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O que você precisa saber sobre a maconha

A primeira coisa que você precisa saber sobre a maconha é que tipo de droga ela é.

          Popularmente utilizamos o termo droga para nos referir à toda substância que de alguma forma altera o funcionamento natural do organismo, porém, esta definição simplista, usada no dia a dia, induz à ideia de que todas as drogas estão no mesmo patamar, o que não é verdade, pois sabemos, científica e empiricamente, que não é possível, nem razoável, igualar o uso da cafeína com o uso da cocaína, por exemplo. 

          Por este motivo, faz-se necessário delimitar claramente alguns pontos que nos ajudarão a diferenciar uma droga da outra, o que vamos ver adiante. 

       Sabemos ainda que o uso contínuo da maconha causa diversas alterações cognitivas, como afrouxamento das associações de ideiais e fragmentação do pensamento, prejuízo da memória de fixação e da atenção, incapacidade de falar de forma coerente, elaborar conceitos e tomar decisões de maneira lógica, o que leva a muitos usuários crônicos seguirem a lógica simplista e reducionista de que 'tudo é droga', e argumentarem o uso da droga com o uso que outras pessoas fazem de remédios, cafeína ou açúcar. Como é comumente dito por essas pessoas - 
 "cada um com sua droga". Como consequência do vício, sua argumentação tende a mantê-los no consumo,  de forma que não conseguem enxergar com clareza a realidade, que a maconha é uma droga pesada, que estão viciados, e que suas vidas está girando em torno do consumo da droga.

Vamos então, a alguns conceitos sistematizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS):

→  Droga: “qualquer entidade química ou mistura de entidades (outras que não aquelas necessárias para a manutenção da saúde, como, por exemplo, água e oxigênio) que alteram a função biológica e possivelmente a sua estrutura”.

→  Drogas psicoativas: “são aquelas que alteram comportamento, humor e cognição”.
→ Drogas psicotrópicas: “agem no SNC* produzindo alterações de comportamento, humor e cognição, possuindo grande propriedade reforçadora e sendo, dessa maneira, passíveis de autoadministração”.

São os psicotrópicos, portanto, as substâncias que podem levar à dependência.

*SNC - sistema nervoso central

A maconha é considerada uma droga psicotrópica, devido todas as alterações que causa no comportamento, humor e cognição, e devido a hiper-estimulação dopaminérgica liberada no cérebro, causando dependência. Entraremos em mais detalhes sobre os diferentes tipos de substâncias psicotrópicas mais a frente.

Porém, apenas com o esclarecimento sobre os diferentes tipos de drogas fica evidente que o argumento que "tudo é droga", "cada um com a sua droga", na tentativa de comparar àqueles que comem açúcar com aqueles que fumam maconha, é um argumento tendecioso e equivocado, se aproximando mais de uma fala desesperada do viciado de se apegar à droga, se esforçando para não enxergar o verdadeiro problema. Porque sabemos que uma vez reconhecido o problema do vício, a tendência natural é ir em busca de uma solução. E a solução é a abstinência da droga, e nem todos estão dispostos a interromper o consumo, optando assim, por negar o vício e os prejuízos que a maconha tem causado.

Adentraremos agora com mais detalhes sobre os tipos de substância psicotrópicas. Segundo Chaloult, as substâncias psicotrópicas podem ser classificadas de 3 formas:

 

1 - Substâncias depressoras do sistema nervoso central

Os agentes depressores do sistema nervoso central (SNC) diminuem a atividade do sistema, lenteando seu funcionamento.

Em termos de efeito, as consequências desse fenômeno são sonolência, diminuição da concentração, lentidão psicomotora, diminuição dos reflexos e sensação de relaxamento e tranquilidade.

Fazem parte dessa classe as seguintes substâncias:

→ Benzodiazepínicos

→ Álcool

→ Solventes

→ Opiáceos
 

2 - Substâncias estimulantes do sistema nervoso central

As substâncias estimulantes do SNC aceleram a atividade deste, causando acelera­ção da atividade psicomotora.

Essa hiperexcitabilidade aumenta o estado de alerta e o poder de concentração, diminui o sono e o apetite, gera sensação de euforia e provoca irritabilidade.

São apresentadas, a seguir, as substâncias que fazem parte dessa classe.

→ Cocaína e crack

→ Anfetaminas

→ Tabaco
 

3 - Substâncias perturbadoras do sistema nervoso central

As substâncias perturbadoras do SNC provocam perturbação da atividade cerebral, o que gera quadros alucinatórios, geralmente de natureza visual.

São consideradas psicoticomiméticas porque mimetizam estados psicóticos (delírios, alucinações, perda da noção de realidade) nos indivíduos que as utilizam.

Fazem parte dessa classe as seguintes substâncias:

→ Cannabis

→ LSD

→ Cogumelos

→ Ayahuasca

→ Anticolinérgicos

Como o THC age no cérebro?

          O efeito do THC no cérebro ocorre por meio dos receptores específicos no SNC (córtex, hipocampo, hipotálamo, cerebelo, amígdala, giro do cíngulo anterior e gânglios da base) com a ocorrência de alterações cognitivas (afrouxamento das associações e fragmentação do pensamento; prejuízo da memória de fixação e da atenção; incapacidade de falar de forma coerente, elaborar conceitos e tomar decisões de maneira lógica; alterações do humor; aumento do apetite; e falta de coordenação motora).
 

          Os efeitos reforçadores mais comuns são sensação de relaxamento, leve euforia, alteração da percepção do tempo (sensação de que o tempo passa mais devagar), intensificação das experiências sensoriais normais e aumento da sociabilidade. Também podem ser observados efeitos desagradáveis, como ansiedade, disforia, ideias delirantes geralmente paranoides e alucinações; a classificação da Cannabis como perturbadora do SNC é justificada por esses efeitos.
 

          Por valorizar a saúde integral do ser e a sanidade mental, o Movimento No Beck entende que não é saudável nem recomendado o uso da maconha em nenhuma quantidade. 

Clique aqui para saber mais sobre os Valores do Movimento No Beck.

       Apesar disso não demonizamos a maconha, respeitamos e valorizamos a ciência e reconhecemos que existem benefícios medicinais que podem ser extraídos a partir de uma substância da Cannabis - o CBD (canabidiol).

      Porém, assim como não demonizamos a maconha, também não a endeusamos, como fazem os militantes pró-cannabis, achando que a Cannabis é a solução para "todas as doenças". Somos realistas, e nos baseamos em evidências científicas. É necessário chegar à conclusões do uso terapeutico do CBD com evidências e provas e não com emoções e 'fanatismo canábico'. 

      Segundo os esclarecimentos e as orientações do Conselho Federal de Medicina o canabidiol hoje é usado apenas tendo se esgotado todas
alternativas terapêuticas medicamentosas, o produto não possui estudos clínicos completos que comprovam sua eficácia e segurança e, ainda, há incertezas quanto à segurança a longo prazo do uso dos produtos de Cannabis como terapia médica.


      Existem também alguns efeitos indesejáveis do uso do CBD que são conhecidos, até o momento, sendo eles: sonolência, fraqueza e alterações do apetite, no entanto, efeitos em prazo mais longo ainda não foram adequadamente estudados.

Clique aqui para saber mais sobre o uso do Canabidiol para fins terapeuticos.

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Conheça o fundador do Movimento Nø Beck 

Bruno Guedes é psicoterapeuta, fundador do Movimento Nø Beck, movimento que já ajudou centenas de pessoas a saírem do vício da maconha. Foi usuário de maconha por 10 anos, sendo usuário crônico por 5 anos, fase em que tentou abandonar o uso dezenas de vezes.

Bruno Guedes encontrou no conhecimento da psicologia e da filosofia a saída do vício para a liberdade e resolveu então passar esse conhecimento adiante e ajudar outras pessoas à trilharem o caminho da liberdade.

Hoje, dedica sua vida a conduzir pessoas à se libertarem do vício, através da psicoterapia, de cursos, grupos e mentorias.

É fundador do Desafio Nø Beck, da Mentoria Mentalidade Blindada, do Grupo Renascer e da Comunidade Nø Beck.

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